Inovação auxilia as empresas nos seus processos produtivos e de competitividade

A economista Connie Vedovello, coordenadora do MBA Inovação Competitiva do ISITEC – Instituto Superior de Inovação e Tecnologia deu entrevista essa semana ao Jornal do Engenheiro na TV, canal do SEESP – Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo. A pesquisadora falou sobre o curso, mas também sobre o cenário de inovação no Brasil.

De acordo com a especialista, hoje todo profissional busca uma atitude de inovação para enfrentar o mercado de trabalho e tornar sua empresa mais valorizada. “Para entrar nesse assunto, se pressupõe antes de tudo adquirir sempre novo conhecimento, não apenas no sentido acadêmico, mas na observação e atenção ao que acontece. Para ter essa percepção é necessário dedicação e treinamento”, observa. As empresas e organizações, prossegue ela, buscam hoje recursos humanos bastante aderentes e capacitados nessa dinâmica.

Vedovello explica que atualmente são oferecidos muitos cursos com esse foco. “Por isso, desenhamos um MBA no Isitec fazendo antes uma prospecção sobre o mercado brasileiro. Em cima disso, identificamos o que poderíamos oferecer com uma consistência maior sobre o tema”, esclarece.

A economista informa que o curso será realizado em cinco blocos. Como diferencial, Vedovello salienta que haverá “uma disciplina com 52 horas exclusivas sobre o que é gestão da inovação”. O objetivo, ressalta, é amparar os profissionais, engenheiros ou não, que vão se engajar na rotina de atividade inovadora.

A carga total do curso será de 376 horas, com aulas presenciais quinzenais às sextas-feiras no período da noite e aos sábados pela manhã e a tarde. Entre outros temas, serão abordados a história e políticas públicas de ciência, tecnologia e inovação; gestão de inovação, prospecção tecnológica, processos de tomada de decisão; gestão de projetos, valoração da tecnologia e ainda estudos de casos e viabilidade técnica e econômica; empreendedorismo; estabelecimento de parcerias focadas nas pequenas empresas (startups); auxílio na confecção de monografia e seminários com especialistas em diversas áreas.

“A inovação tem sido muito estimulada há algumas décadas, porque ela foi entendida como um fator de produção. Quando aplicada de forma consistente, a inovação auxilia as empresas nos seus processos produtivos e de competitividade”, ensina a economista, esclarecendo ainda que só se torna inovação aquilo que tem utilidade para o mercado, atendendo necessidades.

Com: Rosângela Ribeiro Gil – Comunicação Seesp

Assista à entrevista na íntegra:

 

Enviar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *